sexta-feira, 8 de março de 2024

Correndo atrás de justiça




Tribunal: aquele negócio que deveria ser evitado a todo custo, mas que pode ser a última esperança para o cidadão.

Se alguém tem seus direitos vilipendiados, sua dignidade afrontada, sua cidadania ultrajada, é no Tribunal que nas democracias ocidentais que se pode recorrer. Eu mesmo tenho corrido atrás dos meus direitos.

Porém agora, no Dia Internacional das Mulheres, relembro um post que fiz semana passada:

"Faltando menos de uma semana para o Dia Internacional das Mulheres, pergunto a Corte Internacional de Justiça, o mais alto Tribunal da ONU: por que as mulheres da #Palestina não tem direitos?"

Estamos aguardando a decisão no referido Tribunal, da denúncia apresentada baseada na Convenção para a Prevenção e Punição do Crime de Genocídio na Faixa de Gaza (África do Sul v. Israel), que o Brasil apoiou a demanda.

O que Israel faz em Gaza, além de assassinar mulheres e crianças inocentes, está matando as leis internacionais e a credibilidade das instituições.

Os EUA, começou a retirar as tropas da região, se comprometendo que os únicos norte-americanos que ficarão serão ligados a ajuda humanitária e serviços médicos. Além disto, Joe Biden reafirmou o compromisso com a solução de dois Estados e informou que será encaminhada proposta de Resolução de cessar fogo na ONU. Mas é bom lembrar que, pelo menos duas propostas anteriormente apresentadas foram vetadas pelo seu país.

Não ter soldados dos EUA em Gaza é uma grande vitória, mostrando força dos judeus de Nova York junto a administração, já que são terminantemente contra o genocídio. Também é vitória da comunidade Islâmica norte-americana, assim como dos milhões de militantes que apoiam a causa #PalestinaLivre mundo afora.

O povo de Israel deve saber que o governo sionista e sua política assassina está jogando o mundo contra os judeus. No Brasil o apoio a Israel na opinião pública derreteu...

O povo do mundo quer o cessar fogo e ajuda humanitária... Mas acima de tudo, quer a Palestina Livre e Soberana.



P.S. Feliz Dia Internacional das Mulheres

P.S.2 Pensando bem, sobre Tribunais, a última esperança é a Justiça Divina. E por conhecer as Sagradas Escrituras: acabar com mundos em dilúvios, abrir os mares e afogar exércitos opressores já foram alternativas usadas pelo Todo Poderoso. E depois deste genocídio, a humanidade nem vai poder apelar pela Misericórdia Divina por causa das criancinhas.

P.S.3. Como minhas contas de redes sociais foram invadidas, e estou sem telefone que preciso pra receber os códigos de recuperação do acesso, talvez o chip ainda funcione, pra voltar paras minhas pesquisas, afetos e militância politica





segunda-feira, 26 de fevereiro de 2024

É GENOCÍDIO

 

Tem gente como eu, que acredita que o Brasil é o resumo do mundo! Com todas as grandes questões em evidência na agenda. Quem conhece a potência da riqueza do lugar, com as suas variadas formas, seja na exuberante natureza, na diversidade do seu povo, na capacidade adaptativa do brasileiro, nas reservas minerais, na rica cultura sabe que o Brasil não está na condição de ser desconsiderado.

E tomando partido das urgências, resolvi tentar mais uma vez contribuir na reflexão necessária para superar desafios, e quem sabe assim, evitar que os ponteiros do relógio do fim do mundo, precipite a eminente humanidade no seu iminente fim...

O Brasil resumiu no seu modelo democrático, o acúmulo dos acordos internacionais da ONU.

Tirou das suas convenções, trechos inteiros de um projeto de país pluralista. Um sonho de autodeterminação, respeito às leis, democracia e justiça. E tem muito o que se fazer ainda no país para o sonho virar realidade.

Mas não é à toa que o nosso país tradicionalmente abre as Assembleias Gerais da Organização das Nações Unidas. E nem é pela surra que os pracinhas brasileiros deram nos fascistas e nazistas nas montanhas da Itália, durante a Segunda Guerra Mundial, apesar das condições adversas como o clima, o tipo de terreno e os equipamentos capengas que os Aliados deixaram para as forças nacionais operarem.

Talvez o reconhecimento venha da sagacidade de Rui Barbosa, jurista brasileiro conhecido como “a Águia de Haia”, na difícil costura dos acordos multilaterais para criação da nova organização internacional dos países, depois que Stalin, Churchill e Roosevelt, se reuniram na Crimeia que era território Russo na Conferência de Ielta, para debater o fracasso da Liga das Nações e o futuro pós-guerra.

Ou do respeito das tropas brasileiras ao direito internacional apresentado durante a conflito, resguardando a dignidade de prisioneiros de guerra até nazistas, que desconhecem o sentido desta inalienável condição humana.

E se a moda no mundo está evidenciando este grande esquema dos tais anti-globalistas, criminalizando a politica e busca de resolução pacífica dos conflitos, a ONU deveria fazer o que o Brasil fez, e acordar de uma vez, uma legislação de proteção ao projeto civilizatório que a instituição representa.

Delimitar o que é terrorismo sempre foi uma grande questão na esfera do direito internacional. E as Nações Unidas não conseguiu ainda sequer definir o que é terrorismo. Claro que já teve avanços como os Tratados contra atividades terroristas em aeroportos e aeronaves.

A falta de consenso dos diversos países, impedindo o acordo para a Convenção Antiterrorismo da ONU é decorrente de vários fatores como o sagrado direito de autodefesa contra agressões estrangeiras. O que seria do Mundo Livre sem “Os Partedianos” na Itália, ou “La Resistence” francesa durante os sombrios anos de ascensão do nazi-fascismo?

Mas a questão é complexa. Por exemplo: ninguém tira da minha cabeça que o que o Governo Sionista de Israel está fazendo contra a população de Gaza não seja terrorismo de Estado.

Não se pode normalizar impedir ajuda humanitária a milhões de humanos, negando acesso a água potável, medicamentos e alimentação. E inaceitável o ataque à hospitais, o assassinato de centenas de jornalistas e funcionários das Nações Unidas, o deslocamento forçado de milhares de refugiados, o bombardeio de instalações civis, o genocídio de idosos, mulheres e crianças. E a palavra é esta: genocídio, que já matou 30 mil pessoas, a grande maioria crianças. Sem contar os milhares de desaparecidos.

A Imprensa Ocidental, que sempre se apresenta como imparcial nas suas coberturas jornalísticas, ignoram solenemente as legitimas vozes e pautas dos palestinos. Basta assistir os noticiários, que o duplo padrão moral fica evidente.

O massacre que está ocorrendo, tantas vezes justificado na mídia tradicional, está sendo visto pelo povo do mundo todo, porém também nas redes sociais. E não estão vendo apenas as alarmantes estatísticas de baixas civis, mas famílias dizimadas com os rostos de pessoas, que os frios números escondem e desumanizam.



E esta é uma mudança significativa. Os democratas dos EUA, já devem estar preocupados com as pesquisas, principalmente referente a juventude norte-americana progressista, que se mobilizou contra o Trump em 2020, mas que agora chamam o atual Presidente de Genocide Joe.

Já vi relatos que o grande capital está despejando vultuosas somas de recursos nas bases eleitorais contra deputados norte-americanos Democratas que emergiram na liderança do Movimento Black Lives Matter e não se alinham ao projeto sionista, cujo Governo de Israel está cometendo "Crimes contra a Humanidade", que seriam considerados crimes de guerra até em uma guerra convencional contra exércitos. Mas não é guerra! É #GENOCIDIO sim!

Vi muitas pessoas dizendo que Lula está certo, ao falar que: “O que está acontecendo em Gaza não aconteceu em nenhum outro momento histórico, só quando Hitler resolveu matar os judeus” Não sei... talvez o que os sionistas estão fazendo seja pior!



O termo "sionismo" foi criado pelo judeu austríaco Nathan Birnbaum. Mas parece que a ideologia reacionária, assassina, racista, escravocrata que dirige Israel atualmente foi criada por um conterrâneo: aquele que usava suástica e bigodinho. Duvida? Então veja este vídeo.




Em 4 de dezembro de 1948, Hannah Arendt e Albert Einstein juntamente a um grupo de intelectuais judeus residentes nos Estados Unidos alertavam em carta enviada ao jornal The New York Times que o chamado Partido da Liberdade (Tnuat Haherut) no recém-criado Estado de Israel “se tratava de um partido político muito parecido em sua organização, métodos, filosofia política e apelo social aos partidos nazistas e fascistas”.

O partido terrorista formada por integrantes do “antigo Irgun Zvai Leumi, uma organização terrorista, de direita e chauvinista” responsável pelo Massacre de Deir Yassin.

Seu líder seria mais tarde primeiro-ministro, pelo Likud de Netanyahu, que recentemente ampliou o vocabulário depois que as redes sociais do seu governo saudaram quem produziu uma Fake News retratando Lula como macaco em uma charge atribuída falsamente ao The New York Times, aprendendo o que é “vampetaço” e que o apoio mundial ao Presidente Lula é maior que o cacete do jogador.


E é bom sempre lembrar que sionismo não é judaísmo. E que criticar o massacre não é ser contra o povo judeu.

A opinião pública mundial, que tem se mostrado em centenas de manifestações de rua com milhares de participantes em diversos países já começam a questionar a legitimidade da existência do Estado de Israel.

Eu particularmente sempre defendi a solução dos dois Estados, porém se a política expansionista aplicada a ferro e fogo, com a destruição da Faixa de Gaza e implantação de assentamentos judaicos, ferindo mortalmente os acordos internacionais que garantiram a criação de Israel não cessar, cogito até rever minhas posições.

E ser contra a política de morte sionista não é ser contra os judeus. Muito pelo contrário, já que segundo as pesquisas, 86% do povo de Israel acredita que o grande responsável pelo massacre de outubro é o Primeiro Ministro e 56% dos Israelenses defendem que ele renuncie. Segundo os jornais do país, parte das mortes ocorridas em 7 de outubro foram causadas pela IDF, que bombardearam tanto os sequestradores do Hammas quanto os reféns.

O Tribunal Internacional de Justiça, que está decidindo agora a questão do genocídio, deveria condenar o Primeiro Ministro e o Estado de Israel pelos crimes contra a humanidade. As Nações Unidas deveriam enviar uma Força de Paz para garantir que os vários e sistêmicos crimes de guerra que Israel comete contra o povo da Palestina parem de uma vez! Ou então, a ONU decrete "falência", já que não consegue garantir o Direito Internacional.

#PalestinaLivre

P.S. A questão da Palestina, livre e soberana é a urgência, que não pode esperar. Mas temos outras...

Na questão ambiental, cientistas da maior envergadura moral e reconhecido conhecimento alertam há tempos para a chegada do trágico momento do não retorno. Aquela hora que se a ficha cair, nenhum ação humana, por maiores que forem os esforços serão capazes de impedir a tragédia tão exasperadamente anunciada. O aquecimento global é uma realidade, que cada bomba lançada nas diversas guerras que nunca na história teve tantas simultaneas, ajuda na emissão de poluentes e deshumanização do mundo.

Na antiguidade, dizem que reis mandavam matar os mensageiros portadores de más notícias. Mas quem anuncia e informa sobre determinado fato, não necessariamente é o culpado por fazer o fato acontecer. E se o fim do mundo chegar, com certeza a culpa não vai ser do relógio ou de quem sabe exergar a trágica hora!





sábado, 10 de fevereiro de 2024

A terra foi feita pra girar. Pessoas foram feitas pra brilhar



P.S. Não que eu pense que uma campanha terraplanista de cancelamento de celebridades precise de contra-ponto militante. Imagina! Mas como fui contra a linha explicativa: Putin malvadão pra explicar a treta da Ucrania, também não acho certo perseguirem esta moça porque não gostam das ideias, valores, estética, opções ideológicas ou porque ela sabe que a terra é redonda.

P.S.2 Não sei porque o refrão desta música me faz lembrar de ex-presidentes golpistas que perderam a eleição e tentaram dar golpe contra a democracia.

P.S.3 Parece que o Twitter aderiu... O post na plataforma sumiu!

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2023

Coisa que deixou de ser gente

Recentemente li um texto sobre gente que virou coisa. 

Nele, a referência era Etienne de Silhouette (1709-1767) um alto funcionário do rei Luís XV, encarregado de fiscalizar as finanças da França. 

Silhueta da desgraça 

Acumulou tanta impopularidade por tentar impor reformas que elevavam impostos a níveis confiscatórios e que "...para zombar dele, os detratores representavam apenas o contorno de sua imagem, com o miolo vazio, recortado com tesourinha. 

Com isso, enfatizava-se que se tratava de personagem vazio, como o contribuinte empobrecido, cuja substância tinha sido tragada pelos pesados impostos. *

Com o passar do tempo e por extensão, o nome de Monsieur de Silhouette passou a designar também as figuras humanas recortadas em papel, em que se descartava o excesso e se deixava unicamente o miolo. Entre nós, o substantivo comum foi aportuguesado para silhueta".

Se pensar que hoje faz um mês que tentaram dar o Golpe contra a democracia do Brasil, que a Justiça já mandou a PF realizar várias operações contra os terroristas, com centenas presos, outros tantos sendo investigados, sete parlamentares supostamente envolvidos com autorização do Ministério Público para serem até cassados, que o Superior Tribunal Eleitoral aceitou a "minuta do golpe" como prova no processo contra o ex-presidente fujão, derrotado nas urnas eletrônicas que tanto criticava, apesar de mover "mundos e fundos" pra tentar se reeleger, com direito a fraude bilionária no balanço do Banco Central entre 60 e 70 bilhões, fica evidente que deplorável figura está impressa neste momento triste da história do Brasil.

Se o golpe ainda não tem cara é fácil saber a silhueta. A coisa por trás da tragédia parece até ser gente, mas sabendo de tanta maldade acumulada durante seu desgoverno, como os genocídios do COVID e dos indígenas ianomâmis, chego a pensar onde está a humanidade desta coisa desumana que governou o Brasil depois que perseguiram os petistas, depuseram a Dilma e prenderam o Lula, líder das intenções de voto na eleição que o país voltou pra idade média.


* Igual as classes populares e médias do Brasil, já que rico quase não paga imposto, sem falar dos que sonegam descaradamente de forma sistêmica 


P.S. O Bolsonarismo teve o terceiro turno na eleição do Congresso Nacional. Resultado: perdeu também no voto impresso 

Fonte: https://brasildelonge.com/tag/silhueta/

#Brasil #democracia #sempre #terrorismo #golpe #nuncamais

segunda-feira, 16 de janeiro de 2023

Marco histórico

Uma semana após a fracassada tentativa de Golpe de Estado perpetrada por terroristas, em sua maioria, usando a Camisa Amarela da CBF. 
De ver as sedes dos Poderes da República sendo invadidas, depredadas, destruídas com enormes prejuízos materiais e simbólicos. Posso constatar que as Instituições Brasileiras são mais resilientes e efetivas na auto-defesa da democracia que muita gente imaginava.

Contudo, o país precisa de marcos históricos, para que a memória nacional, fique impregnada do sentimento de repúdio e vergonha de quem defende o fim da democracia no Brasil. Pois não podemos e não vamos esquecer. 

Não podemos ter equívocos e nem dar espaço para o apaziguamento inconsequente. E preciso punições exemplares. Como defende o Ministro do Supremo Alexandre de Morais.

"Absolutamente TODOS serão responsabilizados civil, política e
criminalmente pelos atos atentatórios à Democracia, ao Estado de Direito
e às Instituições, inclusive pela dolosa conivência — por ação ou omissão —
motivada pela ideologia, dinheiro, fraqueza, covardia, ignorância, má-fé
ou mau-caratismo".

Vamos lutar de forma incansável para que todos sejam punidos e que a democracia, tão ultrajada nestes tempos medonhos sai fortalecida. 

Por isto, acredito que a CBF, Confederação Brasileira de Futebol deveria extinguir a camisa amarela, inequivocadamente manchada com a merda que fizeram em Brasília. Eu vou por fogo na minha camisa amarela. Vou continuar torcendo apaixonadamente pelo sucesso esportivo do país, mas nunca mais uso uma camisa desta cor pra torcer para o que quer que seja.

Talvez todas as modalidades esportivas nacionais, como as seleções de vôlei, basquete, as representações olímpicas, e por aí afora, assim como os atletas individuais deveriam aposentar definitivamente esta cor dos uniformes, e assim, no futuro, quando as crianças perguntarem por quê o Brasil não joga mais de amarelo, possamos responder: pela democracia bebê e relembrar estes tristes acontecimentos.








sexta-feira, 13 de janeiro de 2023

Pra quem sabe ler, um pingo é letra...

Se alguém escreve um livro para uma política pública, esta pessoa é um artista ou um político?

A dúvida é fruto de experiência própria. Tive o privilégio de servir o povo da minha cidade como gestor do mais importante equipamento público de acesso a informação de um município: a Biblioteca.

Lá, tive a obrigação de me aprofundar nas pesquisas sobre o setor e tentar entender, os motivos da indevida desvalorizacão da grande experiência humana proporcionada pela leitura.

Já tem mais de dez anos que criei um poema, me despindo da modéstia e buscando as mais nobres motivações. Um poema falando de livros. 

De lá pra cá, minha vida deu muitos saltos triplos escarpados, que se fosse uma competição de ginástica olímpica, certamente mereceria ganhar uma medalha de ouro. Casei, descansei, comecei vários cursos em universidades e abandonei, nem tudo sempre por vontade própria. Fui indevidamente preso e torturado por causa de política, quebrei a tíbia, peguei infecção hospitalar, e outras tantas desventuras e reviravoltas. Até um prêmio em um conceituado parque tecnológico binacional eu ganhei.

Mas voltando a questão do livro. Durante a pandemia, pensei uma forma de novas alternativas e arranjos socioprodutivos na área da economia criativa e busquei outros artistas para tirar projetos do papel.

Mais de cem e-mails, incontáveis mensagens de whatsapp, uma boa dose de propósito. E assim nasceu o livro: Pedro e a máquina de voar. 

Até hoje buscava viabilizar o projeto inicial de produção e distribuição gratuita nas creches infantis, pois como demostram as pesquisas, a maioria das pessoas não leitoras, nunca receberam um livro quando criança. 

Segundo o estudo, Retratos da Leitura no Brasil, a nossa população ainda lê muito pouco, sendo a maior parcela de não-leitores adultos, cuja prática diminui de acordo com a renda familiar e com a classe social.

As alegações para a ausência de leitura no ano anterior à pesquisa evidenciam problemas de várias ordens: falta de tempo: 54%, outras preferências: 34 %, desinteresse: 19%, falta de dinheiro: 18%, falta de bibliotecas: 15%. Assim, 33% das alegações dizem respeito à falta de acesso real ao livro e 53% dizem respeito ao desinteresse pela leitura.

Tais informações parecem configurar um ambiente em que a leitura não é socialmente valorizada, em que o livro não tem um lugar assegurado. Tanto é que 86% dos não-leitores nunca foram presenteados com livros na infância, enquanto no universo dos considerados leitores esse índice cai para 48%.

Outra informação importante diz respeito às práticas familiares de leitura. Nos lares dos não leitores, 55% nunca viram os pais lendo.
Este é um fator importante pois a maior influência para a formação da leitura das crianças vem dos pais, principalmente das mães.

Por tudo isto, o Projeto “Pedro e a Máquina de Voar” propõe incentivar as famílias à lerem “com, para e junto” com seus filhos do pré-escolar, influenciando positivamente as crianças, garantindo o acesso gratuito, à um livro infantil, cuja história narrada no universo ficcional, valoriza os livros e a leitura.

Desde a concepção inicial, eu propus a produção gráfica do livro na Gráfica do Jornal O Tempo, uma empresa próximo da minha casa. Sempre recebi críticas e perdi apoios por seu dono ser um notório político de direita. Nunca me importei com a orientação ideológica das pessoas com quem me proponho a fazer negócios.

Como disse muito bem, o atual Ministro da Justiça: em uma estrada, não importa se você trafega na direita ou na esquerda, todos devem seguir as leis de trânsito.

Porém, recentemente vi o Prefeito de Betim, Medioli, dono grupo, defender o fim da democracia, apoiando a posição golpista de não aceitar o resultado das urnas.

Estou pensando até em abrir mão de um dos objetivos definidos desde o início do projeto, de disputar o Prêmio Jabuti, na categoria de projeto de mediação de leitura e realizar a impressão gráfica na Amazon, onde o livro já está disponível em PDF. Coisa que Câmara Brasileira do Livro (CBL) e as vinculações com o setor gráfico, não devem gostar muito.

Mas para mim, apesar da Campanha da  Internacional  Progressista da qual sou um dos fundadores, até a Amazon é vinculação mais ética e saudável do que grupos econômicos que não respeitam a democracia, a justiça e a lei no Brasil.

P.S. agradeço a parceria com a maravilhosa ilustradora Julia L. Fioretti e peço um pouco mais de paciência para que nosso projeto possa atingir os seus nobres propósitos

P.S. 2 arte é política cara pálida. 

quinta-feira, 12 de janeiro de 2023

Microretrospectiva 2022

Tenho andado com problemas de lembrar direito quando as coisas aconteceram. Se não me engano, nesta época do ano passado, estava defendendo em nome da classe, a renegociação dos direitos de streaming com a Disney do filme Viúva Negra e a Romanova me convidou pra dar aula de português pra ela na única China. 

Agradeci, por eu considerar insuficiente meu inglês pra ensinar qualquer coisa pra uma autêntica princesa Russa. 

Como sou do modelo que acredita que metade das tretas do mundo são erros de comunicação e que a outra metade é treta mesmo, estou buscando ampliar o meu repertório e evitar erros de interpretação.

Ressaltei a posição do Brasil, e sem usar indevidamente argumento defendidо pelo Estado, reitero a unicidade da República Popular da China como unânime no Brasil.

Penso como teria sido a minha vida, se quando o convite realizado tivesse sido aceito. Provavelmente me mudaria para Macau, a poucos minutos de Taiwan, a outra Província Chinesa. 

Cпасибо foi uma das primeiras palavras que aprendi. Apesar de ter dúvidas se o agradecimento é uma expressão Russa ou Ucraniana.






P.S. Estou aprendendo Russo mas em espanhol. 
P.S. 2. O Governo Lula precisa apoiar as estruturas de Defesa Civil, neste período de chuvas e tantas tragédias. Um olho nos golpistas e outro nas necessidades do povo Brasileiro.
P.S.3. Aproveitando o clima festivo do Natal da Igreja Ortodoxa e a trégua, fico pensando se o Lula tomasse uma cervejinha com o Putin e o Zelanski, se o conflito poderia mesmo acabar?